O drama ambiental da obsolescência programada (com vídeo)

obsolescência programadaTem hábitos consumistas? Sente-se mal quando não gasta dinheiro, e compra coisas de que não precisa realmente? É difícil sair da dinâmica gastadora onde estamos mergulhados, mas é muito importante tentar fazer um esforço para sair. Com efeito, para além dos prejuízos a nível pessoal e sociais provocados por essa desmedida vontade de comprar sem parar, como modelo de produção também tem graves consequências ambientais.

Neste mundo globalizado, os desastres ambientais são infelizmente uma coisa generalizada, mas também é verdade que estes se concentram em determinados pontos de forma quase impiedosa, muito frequentemente a milhares de quilómetros de onde vivemos.

 

O lado obscuro

Mas onde é que tudo começa, na fábrica, nos nossos desejos, na educação que nos dão, na pressão social que nos impele a gastar? Ninguém tem grandes dúvidas que pouco se pode fazer a nível pessoal num mundo dominado pela produção em massa de aparelhos que, para além do mais, ainda são fabricados com um prazo de validade previsto. Ou seja, o que conhecemos por obsolescência programada. E com a agravante da maior parte dos resíduos electrónicos serem difíceis ou mesmo impossíveis de reciclar, acabando por se acumular em lixeiras ou no meio da natureza, com as consequências que daí advêm.

Por muito pouco que possamos fazer, esse pouco poderá fazer a diferença. Como cidadãos podemos reivindicar políticas ambientais sustentáveis, e como compradores também temos um amplo poder de decisão. Nem sempre é suficiente, mas somando os pequenos gestos, podemos conseguir grandes feitos.

Se o tema da obsolescência programada lhe interessa, não perca o vídeo da Fundação Gaia, uma animação apocalíptica, com a qual se tenta despertar consciências, deixando bem claro qual é o verdadeiro custo dos electrodomésticos e aparelhos electrónicos em geral.

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